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 Curiosidades da Propaganda 

        Em 1800, foi fundado o Jornal A gazeta do Rio de Janeiro, que deu início à imprensa brasileira. Nele foi publicado o nosso primeiro anúncio. Foi de imóveis e dizia: "Quem quiser comprar uma morada de casas de sobrado, com frente para Santa Rita, fale com Ana Joaquina da Silva, que mora nas mesmas casas, ou com o Capitão Francisco Pereira de Mesquita, que tem ordem para as vender".

Quem nunca ouviu falar em Bom Bril???

 

 

Washington Olivetto é o criador do mais duradouro personagem de toda a história da propaganda nacional, o "Garoto Bom-Bril" (Carlos Moreno). Veja alguns monólogos da campanha:

 


  • "Para limpar vidros sem riscar, ainda não inventaram nada melhor do que o nosso querido Bom-Bril. Basta a gente pegar Bom-Bril, ir no lugar onde tem vidro e ir passando, passando Bom-Bril no lugar onde tem vidro. O lugar onde tem vidro fica tão limpinho, mas tão limpinho, que a gente nem percebe que tem vidro no lugar onde tem vidro".

  • "Para lavar copos, nem o Einstein inventaria coisa melhor que Bom-Bril. A gente pode até Ter uns copos de geléia, que passando Bom-Bril eles ficam parecendo cristal. E se a senhora tiver de cristal, aí nem se fala: Bom-Bril não risca, deixa os copos transparentes que nem os da rainha da Inglaterra. Um brinde para esse gênio que inventou o Bom-Bril e que, casualmente, é o meu patrão".

        A Almap/Bbdo criou e veiculou, em agosto de 1993, uma campanha antológica. Provavelmente, uma das melhores campanhas publicitárias do competitivo, e cada vez mais criativo, mercado de automóveis: a volta do Fusca. Retirado de circulação pela modernidade e recolocado em cena pela administração Itamar Franco, o modelo mais popular da Volkswagen, o Fusca, voltava às ruas e à mídia, pelas mãos de Marcello Serpa e Alexandre Gama. "Buracos Voltei" e "De 0 a 100 no tempo suficiente" serão, certamente, dois dos outdoors/anúncios mais memoráveis do setor, por um bom tempo.

1994 - Humor em poucas palavras, no relançamento do Fusca. Levou Bronze em Cannes!

        O ano de 1995 ficou marcado pela guerra entre os refrigerantes. A Pepsi lançou sua campanha de relançamento no Brasil (criada pela Almap/Bbdo) ironizando a coca. No filme, o board diretivo da Coca aparece em reunião, preocupado com a chegada da concorrente ao mercado. Um dos presentes comenta: "Só falta agora eles escreverem Pepsi no céu". Nesse instante, pela janela do edifício, vê-se um enorme dirigível se aproximando, com o logo Pepsi estampado. A Coca responde com o filme da McCann/Rio, no qual uma máquina de xerox fantástica, última geração, que copia tudo, não consegue copiar uma Coca-Cola. O apresentador da máquina admite: "Copiar Coca-Cola não dá". E as guaranás também entraram na briga. Um comercial criado pela W/Brasil para a Antarctica mostra jovens em sala de aula, passando cola em papeizinhos uns para os outros. No final, revela-se: nos papeizinhos estava escrito guaraná antarctica. A assinatura conclui: "Cola, tô fora. Eu quero é guaraná". Para não deixar barato, a guaraná Brahma lança seu novo sabor em comercial (da Bridge) "rodado" no continente da antartida. Nele, um repórter pergunta a esquimós o que acharam do novo sabor do guaraná brahma. Todos provam e detestam. No final, o conceito anuncia: "novo sabor do guaraná brahma. Só na Antartida, ninguém gostou". O outdoor do guaraná antarctica diet, também criado pela W/Brasil, mostrava o produto e dizia: "O único que conseguiu imitar o sabor do guaraná antarctica". Era gozação pra todo lado, numa animadora linha de comerciais criativos, provocantes e estimulantes.

        Em 1809, foi publicado o primeiro anúncio de escravos. Ele informava: "Em 20 de agosto do ano próximo passado, fugiu um escravo preto, por nome Mateus, com os sinais seguintes: rosto grande e redondo, com dois talhos, um por cima da sobrancelha esquerda e outro nas costas, olhos pequenos, estatura ordinária, mãos grandes, dedos grossos e curtos, pés grandes e corpo grosso. Na loja de fazenda de Antônio José Mendes Salgado de Azevedo Guimarães, na rua da quitanda nº 64. Receberá quem o entregar, além das despesas que tiver feito, 132$800 de alvíssaras". Essas descrições repetem-se, a partir de então, por toda a época da escravatura. Os anúncios de venda estão em primeiro plano. "Vende-se uma preta ainda rapariga, de bonita figura, a qual sabe lavar, engomar, coser e cozinhar, na rua do ouvidor, nº 35, 1º andar". "Escravos, compram-se de ambos os sexos, de 12 a 40 anos, na rua da glória, nº 27". Este foi um dos capítulos mais tristes da história da publicidade.

Abaixo, outros exemplos de propagandas impressas!





 

 
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