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Entrevista com o Diretor Superintendente da TIM SUL, Sr. ARI LAÉRCIO BOEHME. A TIM é a marca mais lembrada pelo consumidor no segmento de celulares na região sul. Ela tem mais de 1.000 pontos de venda nos estados do Paraná e de Santa Catarina e é líder de mercado nessa região.



Elton: Manter uma posição de liderança não é nada fácil. E pra nos falar um pouco de como é ser a marca mais lembrada num ramo tão competitivo como a telefonia celular está aqui ARI LAÉRCIO BEHN, da TIM SUL.

Ari: Olá Elton. Na realidade a empresa que sai na frente tem mais tempo de se preparar em relação aos seus concorrentes. E isso aconteceu com as empresas que eram do governo e depois foram vendidas. Elas tiveram mais tempo de se preparar do que as outras, mas só isso não faz com que elas se tornem líderes. Mais do que isso para se manter no mercado é importante ter competência, oferecer um bom serviço e atender o cliente com a qualidade que ele quer.


Elton: Para quem não sabe a TIM é uma empresa italiana, com 52 milhões de clientes em 12 paises...

Ari: Para que se tenha uma idéia, a previsão para 2002 é que se venda em todo mundo algo em torno de 400 milhões de telefones celulares. A TIM é a terceira maior operadora do mundo e a primeira da Europa. Ela é líder de mercado também na Itália, Áustria, Grécia e Espanha.

Elton: Qual a fatia que ela tem no mercado brasileiro?

Ari: Hoje ela atua nos estados de Santa Catarina, Paraná e na cidade de Pelotas/RS. Desse mercado ela tem 68% dos clientes. Além disso, a TIM obteve uma licença para ser a primeira operadora a prestar serviços em todo o Brasil. Já estamos prontos em algumas capitais como Porto Alegre, São Paulo e Brasília e logo o cliente poderá falar TIM no Brasil inteiro.

Elton: Quais os principais recursos que a telefonia celular oferece e quais as novidades que estão surgindo?

Ari: São várias novidades. No Japão, por exemplo, já está sendo testado um aparelho que transmite imagens de vídeo em tempo real. Lá eles são os primeiros a desenvolver qualquer tipo de tecnologia nessa área e os celulares que já podiam enviar as imagens estáticas (fotos de quem está do outro lado da linha) poderão enviar imagens em tempo real. Hoje elas tem uma qualidade ainda um pouco amadoras, mas logo serão imagens mais perfeitas. A previsão é que esse tipo de recurso esteja disponível no Brasil na metade de 2003.
Os aparelhos celulares hoje já podem se conectar a Lap Tops, computadores, bancos de dados e trocar todo tipo de mensagens. Como a gente mesmo comenta na empresa, no futuro você poderá fazer muitas coisas com o celular, até falar. A maior parte do tráfego de celulares hoje se destina a voz, mas no futuro ela dividirá seu espaço com vários outros recursos.

Elton: Quem é que ganha e quem perde com essa guerra que é a concorrência entre as empresas de telefonia celular?

Ari: Não existem perdedores. As tarifas caíram e os próprios preços dos aparelhos diminuíram bastante em relação ao que era há algum tempo atrás. O mercado se expandiu, fazendo com que as empresas aumentassem e muito os seus faturamentos. Houve uma explosão na mídia, onde hoje se gastam volumes bilionários em campanhas publicitárias. E os próprios clientes acabaram ganhando muito em qualidade com tudo isso. Enfim, não há como apontar um perdedor. Nesse ramo só há ganhadores.

Elton: Vamos falar um pouco da última campanha, a do dia dos namorados com a Fernanda Lima. Ela irá fazer mais comerciais para a TIM?

Ari: Ela é a garota propaganda desse segmento onde o nosso produto é o Pronto T e a idéia é de darmos continuidade e fazer mais campanhas com ela pois o recall tem sido muito grande.

Elton: Vocês acabaram usando o mesmo gancho da campanha do dia das mães não é?

Ari: Na realidade o idéia não foi a mesma. O que acontece é que a campanha do dia dos namorados entrou no ar no dia seguinte em que terminamos a do dia das mães. Enquanto a concorrência não se ocupou dessa quinzena, nós entramos na frente com um número maciço de
out-doors e mais tarde com materiais em rádio e TV.

Elton:
Qual é o produto mais vendido da linha de vocês?

Ari: A TIM tem um produto para cada segmento. Essa última campanha por exemplo foi feita pra um modelo da Nokia, o 3320, que é o nosso Pronto T que no seu segmento é líder absoluto de mercado. O preço dele é atrativo e nossos esforços de mídia foram todos em cima dele.

E
lton: Qual o público-alvo principal da TIM?

Ari: O nosso principal público hoje é o jovem. As pessoas mais jovens estão cada vez mais adquirindo aparelhos de telefone celular. Entre os sexos a coisa é bem parelha. Tanto homens como mulheres compram bastante. E é muito comum hoje em dia que até crianças de 10, 11 anos já sejam vistas nas ruas com um celular na mão. Seja pela insegurança da vida na cidade, seja pela praticidade que ele proporciona, pois os pais querem saber como e onde estão seus filhos. Em nossas lojas, por exemplo, é muito comum vermos um avô comprando um celular pro neto, para sempre estar em contato com ele, saber se ele atrasou na saída da escola ou se perdeu a condução.
No início as nossas campanhas tinham a participação inclusive da Sandy e do Junior, pois visávamos exatamente um público mais infantil. Mais tarde houve um reposicionamento e hoje já estamos atingindo um jovem com um "pouco" mais de idade.

Elton: "Viver sem fronteiras". Esse é o slogan da TIM. E quais são os desafios da empresa?

Ari: Estamos o tempo todo lançando algum produto ou um novo serviço para que o nosso cliente possa literalmente viver sem fronteiras. Prova disso é que estamos para lançar uma tecnologia que é utilizada em 78% do mercado internacional, que é a GSM. É um recurso que permite que o cliente da TIM seja de Blumenau, Joinville ou Florianópolis possa utilizar um aparelho de celular em qualquer lugar do mundo. Hoje ele já pode ser contatado ou acessar banco de dados em qualquer parte do planeta. Mas logo poderá falar com qualquer pessoa de onde estiver, aqui ou em qualquer outro país.

Elton: Ari Laércio Behn. Muito obrigado pela entrevista e mande lembranças a Fernanda Lima...

Ari: Pode deixar. E obrigado a vocês do Tá na Mídia pela oportunidade.

22/06/2002

 
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