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 Televisão 

 

A REDE GLOBO E O
"EPISÓDIO COLLOR"

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      Um assunto interessante também que deve ser um pouco abordado é a influência que a TV, e aí mais especificamente que a rede Globo exerce nos rumos políticos da nossa nação. Não cabe talvez analisar episódios passados, pois nem todos temos o domínio do assunto para divagar sobre ele aqui. Sem contar todas as edições que supostamente são feitas nos telejornais, as matérias que são exibidas de acordo com interesses da emissora, com benefícios para essa ou aquela pessoa, um fato interessante a explorar seria o episódio envolvendo o ex-presidente Fernando Collor de Mello. Apenas uma ressalva: os exemplos acima citados, são e muito merecedores de uma ampla discussão, acontece que esse é um terreno absolutamente espinhoso, e talvez não se caiba entrar nesse mérito, uma vez que não dispomos nós de provas concretas, e ficaríamos no campo da suposição. Reiteramos que já presenciamos algumas denúncias e em inúmeras vezes essas mesmas denúncias eram fundamentadas, mas infelizmente não houve por nossa parte como apresentar esse material, pois as fontes de pesquisa são extremamente raras e nem sempre elucidativas.

      O que aconteceu com o presidente Fernando Collor de Mello é, em nossa opinião, muito mais do que simplesmente "um canal de televisão que elegeu um presidente e depois o tirou". É sim mais uma prova de que a TV é um mero espelho de tudo aquilo que somos e fazemos. Acreditamos que a televisão, mesmo nas classes menos "favorecidas", não tem o extremo poder de definir quem será o presidente da república. Por mais que ela possa ter escolhido um candidato para apoiar, e aí seria uma outra discussão se isso é ético ou não, ou ainda por mais que ela tenha editado algumas matérias, alguns debates e mostrado algumas reportagens que favorecessem "seu candidato" como foi muito denunciado na época, quem aperta o botãozinho e vota (graças à urna eletrônica hoje é assim) somos nós. Que nas cidades interioranas ainda exista o coronelismo, e que ainda hoje se troquem muitos favores por voto, é algo infelizmente real. Mas a televisão teve pequena ou nenhuma parcela nessa decisão. Novamente voltamos a salientar que não podemos atribuir nossos problemas e desigualdades sociais a terceiros. Depois, quando ele foi deposto, isso aconteceu por uma mobilização geral da população (num dos momentos raros em que provamos que é possível nos unirmos quando queremos) e da opinião pública em geral, que pressionou os nossos constituintes para que eles chegassem aonde chegaram. A TV Globo foi apenas mais uma a se manifestar contra o que ela apregoava meses atrás, mas não foi, nem de perto, a principal fonte do "impeachment".


 
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