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 Televisão 

 

CONCLUSÃO DA
NOSSA ANÁLISE

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:: Introdução
:: Os crimes
:: Negros na TV
:: TV Popular
:: Episódio Collor
:: Certo ou errado?
:: TV na educação

      A televisão é e será aquilo que fizermos dela. Nem ela, nem qualquer outro meio, estão predestinados a ser qualquer coisa fixa. Ao decidir o que vamos ver ou fazer na televisão, ao eleger as experiências que vão merecer a nossa atenção e o nosso esforço de interpretação, ao discutir, apoiar ou rejeitar determinadas políticas de comunicação, estamos na verdade, contribuindo para a construção de um conceito e uma prática de televisão. O que esse meio é ou deixa de ser não é, portanto, uma questão indiferente às nossas atitudes com relação a ele. Nesse sentido, muitos discursos sobre a televisão às vezes parecem um tanto estacionários ou conformistas, pois negligenciam o potencial transformador que está implícito nas posturas que nós assumimos com relação a ela.

      A televisão foi concebida sobre vários princípios, com várias idéias, mas sobre um áureo pilar: o entretenimento. O passar dos anos e a agregação tecnológica nela incutida foi transformando-a num profundo influenciador social, capaz de instigar, insuflar e delinear a tomada de decisões e a forma de pensar e agir de quem a assiste. Já atribuíram a ela até a eleição e queda de um presidente da república.

      A televisão realmente tem poder de influência, disso não há como fugir. Acontece que a televisão é apenas um espelho de nós mesmos. Tudo o que ela exibe é, no fundo, aquilo que nós queremos ver. E esse "nós" independe de classe ou formação social. Ao discutirmos o papel da TV em nosso meio, acabamos por desvirtuamo-nos do foco e sempre caímos nas armadilhas da banalização, da vulgaridade, da obscenidade, do lixo cultural, etc. Não enxergamos nós que tudo o que passa na tela mágica está lá porque dá audiência, porque é o que o "povão" gosta. Se nossa situação social, se o país em que vivemos fosse mais igual, certamente seria isso que veríamos na televisão.

      Para melhorar a qualidade do que assistimos, não mais mascaremos nossos erros: não botemos a culpa no governo, pois nós é que erramos na hora de votar; não culpemos a sociedade, pois nós somos a sociedade; não olhemos a pobreza, pois nós não arregaçamos as mangas e pouco ajudamos essas pessoas; não botemos a culpa no racismo, pois poucos ou nenhum negro faz parte do nosso convívio social; não tratemos certos assuntos com desdém e como se fossem banais, pois se eles assim o são, foi por culpa nossa, que tornamo-los assim, empurrando-os para debaixo do tapete. Quando pararmos de macular nossos erros e mascarar nossas atitudes, estaremos dando um grande passo não só para ter uma televisão melhor, mas para termos uma vida em sociedade digna e mais humana.

Amém.

 
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