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 Televisão 

 

A TV INFLUENCIA.
MAS DE QUEM É A CULPA?

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      Existe toda uma polêmica que envolve a televisão. Não só pelo que ela exibe, sua grade de programação, mas pelo papel social que ela desempenha, e que muitos julgam ser importantíssimo. Por ela ser o meio de comunicação social de massa mais difundido e talvez o mais acessível - talvez o rádio tenha mais acesso, até pelo seu custo relativamente baixo - ela está cercada por todo tipo de polêmica. Não é raro lermos colunas de jornais ou vermos estampados em capas de revistas a mais variada gama de assuntos relacionados a TV.

     
Ultimamente o que mais tem aparecido foi o referente à participação de menores nas telenovelas, a "baixaria" supostamente apresentada em programas como o do Ratinho, Gugu e Faustão, o funk, o forró e outros modismos musicais e inclusive cogitou-se à volta da censura, ou pelo menos as reorganização da grade das emissoras, definindo horários para esses ou aqueles tipos de programas. Pergunta: Até que ponto a TV nos influencia? Até que ponto a TV tem poder de decisão na vida das pessoas e na situação do país como um todo? Até que ponto a TV é culpada ou não por determinadas situação a ela atribuídas?

      Que a TV seja o meio mais eficaz de comunicação social não se discute. Que ela tenha um enorme poder de penetração e influência, também parece ser "chover no molhado". Que já existam até várias ONG's que vivam em função de criticar a programação, também é público e notório. Mas será realmente que essa discussão mereça tanto espaço? A visão desse grupo é objetiva: a TV nada mais é do que um reflexo de todos nós. Engraçado não? Fala-se em baixaria na TV, em programas de péssima qualidade, um "bundas em abundância", etc. Mas não é do que a maioria do povo, e até nós, universitários, rotulados como "socialmente privilegiados" gostamos? Sim. A TV é um espelho que mostra tudo aquilo que queremos e gostamos de ver. Realmente a TV aponta alguns modismos e invariavelmente é o "start" para algumas novas tendências. Mas o grosso da programação está lá pura e simplesmente porque nós gostamos e queremos ver aquilo. Ela apenas reproduz a vontade popular. Antes de dizer que ela é a mãe de todos os nossos problemas, devemos olhar para nós mesmos e fazer um auto-julgamento. Será que não somos nós os reais culpados? Provavelmente sim.

      Tem-se gasto muito tempo na discussão sobre alterar a grade de programação, obrigando esse ou aquele programa a ser exibido apenas num determinado horário. Por exemplo: programas com cenas ditas impróprias para menores de idade deveriam ser exibidos apenas à noite, quando julgam que os pais já estejam em casa e possam eles determinar ou não o que a criança irá assistir. Pergunto: qual o conceito de obsceno? O que é vulgar para mim, é vulgar para você também? Talvez. Não podemos nunca nos esquecer de dois princípios áureos:

1) Quem nos deu o poder supremo de julgar as coisas?

2) Que nunca, diante da mesma situação, duas pessoas terão pensamentos e opiniões exatamente iguais.

      Tudo depende da forma de interpretação. Concordamos plenamente que alguns filmes ou determinados quadros com mulheres nuas, por exemplo, devem ter um horário específico. Até aí nada de mais. Mas, nem sempre o que "eu" julgo ser obsceno é obsceno para o "outro". E nem sempre ao ver uma cena "eu" terei o mesmo pensamento que "você" terá ao ver a mesma. Isso fica melhor exemplificado quando pegamos o exemplo dos vários crimes atrozes que são atribuídos a TV e a outros meios de comunicação em geral. Quantas não foram às reportagens, e quão vasto não foram os exemplos lidos, vistos ou até comentados de que fulano ou beltrano cometeu um crime bárbaro, e que isso foi atribuído à violência e a sangria apresentada em filmes, novelas, músicas, anúncios publicitários, brinquedos, etc.? Outro ledo engano...

 
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